top of page

UNIVERSO

  • WEE

Esse ano celebramos mais um ciclo. Ao todo já são 5 desde que eu e a Talita idealizamos a WEE. Recém formados em Arquitetura e Urbanismo pode-se dizer que começamos a explorar o universo das joias quase como um hobby. Foram alguns meses aprendendo na bancada o trabalho de ourivesaria que resultou em uma linha 100% produzida por nós e vendida praticamente apenas para amigos e familiares.

Foi ali que se deu o início da WEE, com a vontade de continuar materializando não apenas a estética que enxergamos como própria do nosso tempo e da nossa verdade, mas também em materializar o conceito de uma identidade múltipla e ao mesmo tempo única, que, ao se utilizar do design e da linguagem da moda, é capaz de potencializar personalidades sem sobrepor estilos e ideais padrões, que buscam mais definir do que somar. E, é claro, nossa vontade estava em realizar isso através dessas pequenas esculturas.


Incontestavelmente amadurecemos muito desde então, e a maior importância do acervo LOOP é esse resgate a nossa essência.  Seu nome carrega a importância dessa simbologia cíclica, ao mesmo tempo em que faz alusão ao movimento rodopiante dos pins e anuncia constantes e infinitas possibilidades, também traz a ideia de revisitar e reimaginar nosso passado, presente e futuro, uma constante espiral da nossa história, que mais do que nunca se prova com uma forte base.


Nós traçamos um paralelo criativo entre nosso primeiro acervo GEOMÉTRICOS e o recém apresentado LOOP, onde trabalhamos o ideal de que joias devam ser sofisticadas e ao mesmo tempo descontraídas, elegantes e também fortemente urbanas. Porém, hoje apresentamos uma versão mais dinâmica dessa essência criativa, joias que exploram mais o tridimensional e com possibilidade de personalização, que alinham nossa personalidade e o tempo.


No desenvolvimento da LOOP exploramos mais do que nunca as possibilidade que as ferramentas digitais nos oferecem, estudando questões ergonômicas e de usabilidade alinhadas à estética pretendida, uma experiência que permitiu transformar tanto o desenho quanto o comportamento das joias, e somou os dois campos para trazer um resultado final mais do que satisfatório. Sem dúvidas mergulhar ainda mais no universo digital é uma de nossas premissas, ainda assim, é impossível imaginar a construção de onde queremos chegar sem considerar o trabalho manual minucioso de todos os artesãos que vem acompanhando nossa trajetória, falar de joias sem essa mão de obra que nós denominamos como artística é impossível sob nossa ótica.


Novamente retomamos parte da nossa essência que foi exclusivamente manual no início da WEE, sem o auxílio de tecnologias 3D, prototipagem ou qualquer facilidade que os computadores pudessem dar, na época transformamos desenhos do papel diretamente em joias produzidas na bancada. E essa etapa do trabalho humano é, além de essencial, uma premissa em cada criação nossa, porque sem ela perdemos muito do valor intrínseco de uma joia.


Com isso, apresentamos no acervo LOOP um pouco dessa nostalgia misturada às nossas intenções futuras, um ponto de encontro importante para a história da WEE, celebrando esse ciclo que se completa e também se abre para alcançar tantos novos.


Vinícius


  • WEE

O Metaverso e as experiências virtuais tem sido um tema recorrente, do universo eletrônico ao artístico, todos tem explorado essa nova forma de comunicação e expressão. Cada vez mais presente em nossa rotina, acreditamos que o virtual tende a se fundir cada vez mais ao físico, é claro que nada é definitivo e esse processo envolve tempo, tempo de adaptação, de usabilidade, de hábito. Tendências que naturalmente vão criando familiaridade e possibilitam que a tecnologia agregue facilidades a nossa rotina.


Com o lançamento da coleção Miragem nos aventuramos em uma apresentação 100% virtual. É verdade que na época do lançamento, em Julho de 2021, seguíamos com os protocolos de distanciamento social por conta da COVID-19. Era então, o momento perfeito para esse teste. Aproximaríamos as novas joias de nossos amigos, oferecendo uma experiência visual que iria além das fotos de campanha impressas ou vistas pelo computador.


Foi assim que, em parceria com a empresa Songtiles desenvolvemos o press kit das joias da família Oásis, no qual uma base de acrílico poderia ser escaneada pelos celulares revelando as joias em 3D, trazendo uma experiência de proximidade, quase que de toque, e muito mais sensível do que catálogos impressos convencionais. Posteriormente, disponibilizamos a mesma imagem da base de acrílico por e-mail, para que todos que já se inscreveram em nosso site pudessem compartilhar dessa experiência de realidade aumentada (sigla em inglês "AR").


Havia, de fato, um certo receio, como tudo que é muito novo costuma causar na gente, sobre a usabilidade e engajamento da ação. Porém, a resposta de todos que utilizaram o recurso acabou se revelando bastante positiva. Claro que alguns refinamentos são sempre necessários quando falamos de novas tecnologias, como dissemos no início do post, é preciso criar familiaridade entre os mundos real e virtual. Pequenos ajustes entre plataformas e sistemas também acontecem e as integrações muitas vezes precisam ser revistas, no nosso caso, o Instagram era o meio digital que permitia a leitura da imagem, e atualmente não é possível acessar o recurso por conta de atualizações de sistema. Ainda assim, ficamos bastante satisfeitos com o resultado proporcionado na época com esse modelo digital.


Aqui na WEE estamos constantemente estudando e debatendo diferentes maneiras de agregar experiências capazes de potencializar a sensibilidade do que oferecemos. Buscamos nos aproximar de um ambiente em constante desenvolvimento mútuo, afinal, nos interessa aprender com nossos parceiros, amigos e clientes. Compartilhar assim uma nova maneira de vivenciar o cotidiano. Vocês sabem que resgatar memórias é um hábito nosso, por isso decidimos relembrar o momento em que a família Oásis foi apresentada e manter viva a porta para experimentação e inovação.


Vinícius












  • WEE

claude olho de tigre

Nosso último trabalho envolveu meses de testes e pesquisa em cima de uma produção 100% artesanal, meticulosa e artística.

Você que nos acompanha conhece a história do anel Claude, e como esse joia se tornou nosso objeto de experimentação constante. Provavelmente, você também se lembra do lançamento da versão toda em prata, em Novembro de 2021, quase um ano após apresentarmos o primeiro anel Claude. Então, foi a partir desse estética toda em prata que a provocação de trabalhar um Claude inteiramente em pedra natural surgiu.


Em Dezembro de 2021 começamos a pesquisa do que se tornaria o novo Claude Mineral, apresentado em Outubro desse ano com exclusividade na loja Cartel 011, onde somos residentes e fomos convidados a apresentar nosso trabalho em um evento colaborativo com os queridos da marca Normando.


Mas, o que envolveu essa pesquisa de 10 meses? De início, precisamos buscar por lapidários que trabalhassem anéis inteiramente esculpidos, pois, nossos parceiros até então trabalhavam apenas com lapidações tradicionais, nos casos das joias da coleção Miragem, ou com lapidações orgânicas, como as do Claude original, porém sempre em uma escala menor do que precisávamos para o novo projeto.


Essa busca por uma mão de obra específica e que, ao mesmo tempo, trabalhasse em cima de um desenho tão orgânico foi desafiadora. Afinal, mais do que um trabalho apenas manual, buscávamos por um verdadeiro artista, capaz de reproduzir um design nada convencional em um material rígido e amplamente trabalhado de formas tradicionais no mercado.


E que material seria esse? Afinal, quando a provocação do Claude Mineral surgiu, pensávamos em um objeto inteiramente esculpido em pedra natural. Mas, essa pedra seria igual ao que já trabalhávamos nos Claudes existentes? Faria sentido trabalhar com pedras preciosas nesse caso? Ou ainda: pedras não comerciais seriam uma opção viável?


Nesse momento, o que abraçou todas as possibilidades e tornou viável a produção de um novo ícone, foi trabalhar com Quartzos Naturais. Pedras que são amplamente exploradas mundialmente em campos muito maiores do que o mercado joalheiro, como, por exemplo, na área de instrumentos óticos e de construção civil. Além disso, nosso território brasileiro é um dos grandes produtores mundiais, o que fez com que nossa decisão fosse acertada sem mais dúvidas.


Já com o material final escolhido e um parceiro mais do que capaz de transformar nosso desejo em realidade e também amante dos quartzos brasileiros, os primeiros testes do novo Claude surgiram com alguns pontos específicos a serem trabalhados. Foi aqui que definimos quais seriam os brutos (pedaços dos quartzos antes de qualquer trabalho manual) que trabalharíamos para alcançar a linguagem esperada em termos de peso, cor, brilho e estética de uma joia extremamente minuciosa e única. Hoje, são necessárias 130 horas de trabalho, desde o primeiro corte até o último polimento, para que um Claude Mineral seja finalizado com excelência.


Nasce assim o Claude Mineral, nosso novo representante dessa multiplicidade estética inspiradora da família Claude.


Vinícius









bottom of page